25 anos? Pfff... Parece que são mais 20. Ou 18. Ou 17.
Mesmo em contexto profissional já me deram 14 (mas há que contar com as pessoas
que não têm jeitinho nenhum para dar idades.) Ainda assim, mesmo com esta idade
biológica, ainda sou "barrado" à entrada de discotecas e o BI é ainda
o meu melhor amigo em saídas à noite, para comprar bebidas alcoólicas ou até
para jogar no Euromilhões. Mas afinal de contas o que é a idade? O que é o
Tempo e que importância tem a sua passagem? Para mim não tem muita. E excepto
um recente desconforto no meu joelho esquerdo, que me causa dificuldade em
agachar-me, o envelhecimento físico não significa muito para mim. Até me rio
mentalmente, quando mentalmente penso que já tenho 1/4 de século. E em
concomitância com tudo isto olho-me ao espelho e por vezes vejo de forma
nítida, um rapazito de 4 anos, com cachos de caracóis e um sorriso do tamanho
do universo conhecido e desconhecido. Sou tão criança como sempre fui e sempre
assim será. Criança sou porque com olhar de criança vejo e percebo o mundo.
Adulto sou porque, sem mais opções, cresci. Mas ainda assim, sempre criança. 25
anos? Acrescentaria: 25 anos de experiência(s), na tumultuosa, mas interessante
viagem que é a vida! Obrigado a todos os que contribuíram e contribuem de forma
positiva ou negativa para a minha vivência neste mundo. É graças a todos vós
que sou melhor pessoa, todos os dias. E para culminar ficam as palavras do
irmão Valete com todos os seus duplos sentidos e filosofias: "Não mana...
Eu tenho 25 anos... Carinha de puto, mas funciono como homem grande..."
(29/I/2014)
Sinto o mesmo. Criança, sempre! É a melhor forma de se ver e sentir o mundo.
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