Não se deixa de ser quem se é só porque se tem cancro,
ou morreu uma avó, ou ocorreu qualquer infortúnio, ou por outro lado uma coisa
boa... A vida nesse momento exige outra concentração, atenção ou força
nossa, mas somos os mesmos, mais fortes ou mais fracos. Temos as mesmas
necessidades básicas, acrescem-se outras, a relevância de umas diminui ou
desaparece. Mas a nossa essência não muda. E a essência de cada qual é só a
porção de ser mais importante que existe... Tudo o resto é matéria, tudo
mecânica biológica! (30/X/2013)
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