Tornei-me num homicida sanguinolento... Que todos os
dias planeia a caça e morte da sua presa... Uns dias mato, outros não... Mas a
sede de o fazer não me abandona. Aflora ao meu pensamento a cada instante.
Arrepia a minha pele e desperta o meu instinto assassino, como um fogo que
queima as minhas entranhas, me corrói e arruina... Quando será a próxima vez
que matarei (as saudades)? (15/VII/2013)
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