Amar
é o doce veneno que nos percorre o corpo e implanta no nosso coração, a dúvida
de sermos ou não amados de volta. Da minha parte odeio a Dúvida e tudo o que
ela representa e ao invés, escolhi amar o Amor. Isto, até o acto de Amar se
tornar tão docemente irresistível, ao ponto de que deseje, voluntariamente,
entregar-me à Dúvida. (09/VI/2011)
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